THEME Prazer, me chamo Collin
Eu tenho que esquecer, ir eliminando aos poucos, necessitar cada vez menos igual ao tratamento de uma droga.É difícil, ninguém nunca que passar por isso mas, é necessário para se aprender e não fazer de novo, e como andar de bicicleta sempre temos nossos tombos ate sabermos andar em frente sem medo de cair de novo. Mobilizar

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“Uma pequena teoria: As pessoas só observam as cores do dia no começo e no fim, mas para mim está muito claro que o dia se funde através de uma multidão de matrizes e gradações, a cada momento que passa. Uma hora só pode consistir em milhares de cores diferentes. Amarelos céreos, azuis borrifados de nuvens. Escuridões enevoadas. No meu ramo de atividade, faço questão de notá-los.”

A menina que roubava livros. (via apagou)

“Saudade dá, sempre dá. Mas a gente disfarça, dorme, toma um café e finge que esquece.”

Desconhecido. (via neveando)

“Eu não sei o que se passa… Aquele sentimento desesperador, um sentimento que desconheço ou que há muito tempo não sentia. Uma mistura de prazer e desespero, uma mistura de querer e não querer. De necessitar e de evitar. De ser e não ser, de ter e não ter. Uma mistura tão confusa que me faz enlouquecer. Algo como… como o amor. Já não me reconheço mais, tão pouco sei o que pensar, e não sei como acabarei agindo. Dentro de mim há algo que cura e machuca, que sorri e que chora, que prende e liberta. Não sei bem como acabei parando nessa. Se isso for contagioso não sei quem acabou me passando. Não sei quem me olhou bonito, quem me elogiou, quem me enfeitiçou para eu acabar nessa, que não sei como acaba, tão pouco como eu continuo. É algo que de tão sereno chega a ser abstrato e ao mesmo tempo assustador. Sim, assustador. Por que eu sempre tive medo de incertezas e essa é a palavra que mais se adequa a minha situação. Esse borbulhar no meu estômago, esse suspirar que surge de mim sem motivo aparente, esses sintomas apavoram qualquer pessoa que lutou tanto para não senti-los mais. Pra um pessoa como eu esses sintomas são de uma doença grave e eu temo estar em estágio terminal. Amar me deixa frágil, vulnerável e mais propensa a machucados graves e disso eu tô farta. Mas outro lado de mim grita que dessa vez poderia dar certo, que dessa vez quem sabe eu poderia ser feliz… Você entende meu dilema? Um diabinho e um anjinho, a mente e o coração, a razão e a emoção e no meio eu, perdida nesse campo minado. Simplesmente perdida. Não posso mais ignorar o que sinto. Não sei parar de sentir. Vou acabar cedendo, me entregando para uma história sem final certo e improvável. É nesse desconhecido que mora meu medo. Sinto como se fosse me jogar de um abismo escuro, de onde não consigo enxergar nem mesmo o solo. Porém, eu não tenho escolha. Não tem para onde ir. Fugir seria covardia. Não, não quero pular. Entretanto, eu não resisto. Fui seduzida direitinho pelo seu gênio. Não sei mais quem ouvir ou o que fazer. Meu coração já não fala, grita. Grita seu nome, sua voz, grita por nós. Eu preciso de nós. É a única certeza que tenho.”

Escrito por Duda C., Paula, Gabriele e Renata em Julieta-s.  (via realismos)

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Shameless Plug: The Dream Project
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